O Cantinho de Tatyana Casarino. Aqui você encontrará Textos diversos e Poesias simples com a medida do coração.









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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Sol guerreiro e lua chorosa



Em uma cabana solitária,
um cavaleiro se esconde da batalha.
Nos braços de sua bela dama,
ele se encontra sorrindo sobre a cama.

Quando o dia amanhece lá fora,
ainda é noite nos braços da lua.
Ele quer se preparar para a vitória,
mas ela é tão sedutora quando está nua.

Como escapar dessa deusa noturna?
Como escapar dessa deusa noturna?
O guerreiro precisa vencer essa luta,
mas o amante quer beijar a lua nua.

Ela sibila canções de ninar docemente
enquanto ele tenta fugir dela em vão.
Quando uma alma canta ferozmente,
a ânsia pela guerra desaparece diante da paixão.

"Não vá para a guerra, oh! meu amor,
não vá para longe de meus doces braços.
Acariciarei teu corpo na eternidade do ardor
para embalar com ternura o teu sono dourado."

"Preciso salvar o nosso clã com bravura,
hei de matar mil homens após o amanhecer.
Já forjei a minha espada e preparei o meu escudo,
vou partir para a luta com o céu ainda escuro."

"Oh! Meu amor, beije-me outra vez agora.
Esqueça a sua espada e o seu escudo,
eis que dentro da lua, o sol está seguro.
Oh! Meu amor, por favor não vá embora!"

Ele a beija com doçura e intensidade,
e logo a madrugada se transforma em claridade.
O seu coração tão bravo fica repleto de ternura,
e o seu desejo bélico quase é derretido pela lua.

"Como és brilhante e bela
com tua aura noturna e estrelada!
Eu amo a minha amada donzela
e tua alma serena e prateada."

Então, ele a beija com entusiasmo,
pois no êxtase do amor, ele está embriagado.
Eis que ele abre os olhos durante o beijo
e avista a sua espada cortando o seu desejo.

"Meu escudo e minha espada me aguardam!
Não posso mais ficar contigo, oh! minha fada.
Hei de partir agora para mil homens matar,
o dever está acima do amor e eu vou lutar!"

"Oh! Meu amor, beije-me outra vez agora!
Esqueça a sua espada e o seu escudo,
eis que, dentro da lua, o sol está seguro.
Oh! Meu amor, por favor não vá embora!

Mas, ele beija a mão da donzela com melancolia
antes de sair da cama e colocar o seu escudo.
A luz do dia está lutando com o escuro
enquanto ela chora por amar a sua vida.

"Oh! Meu amado, não enfrente a luta.
Dentro desse dia, deixe-me ser a sua lua.
Não enfrente mil homens nessa hostil guerra,
não enfrente a morte e viva por sua donzela!"

"É mais fácil matar mil homens
do que resistir a uma mulher!
Mas hoje o dever está acima do amar!
Não se preocupe comigo, pois vou voltar!"

Então, o sol parte para mais uma guerra,
e o travesseiro dele abraça as lágrimas da donzela.
Mais uma vez, Marte machucou Vênus,
pois Tânato vence Eros com bélico sentimento.

Poesia escrita por Tatyana Casarino

Esta poesia faz referência ao enredo de um livro de Tatyana Casarino (ainda não publicado). Esta é uma cena que há muito tempo faz parte de meus rascunhos e que eu decidi dar o formato de Poesia.




Vamos filosofar um pouco a partir dessa poesia?

A principal mensagem que esta poesia almeja transmitir é a seguinte:





É importante trabalharmos para um perfeito equilíbrio entre o Arquétipo feminino (representado pela lua) e o Arquétipo Masculino (representado pelo sol). Ocorre que a civilização sempre caminhou desequilibrada nesse assunto. É evidente que toda mulher possui um lado masculino que precisa ser equilibrado dentro de si, assim como todo homem tem um lado feminino dentro de si. Isso não tem nada a ver com orientação sexual, mas com energias da essência: as energias Yin e Yang. 


                 




    Yin e Yang são conceitos do taoismo que defendem a dualidade que existe no universo. Yin seria o princípio feminino, originalmente passivo, sublime, noturno, lunar e introspectivo. Yang, por sua vez, seria o princípio masculino, originalmente ativo, ousado, diurno, solar e extrovertido. 

Para os conceitos da psicologia analística de Jung, há Anima e Animus. A Anima é a figura feminina presente na alma ou consciência masculina, enquanto o Animus é a figura masculina presente na mulher. 

Exemplos de representações do Anima:

*A Sereia é um símbolo de Anima sensual;
*A figura de Iemanjá ou de Nossa Senhora é a Anima espiritual;
*Princesa ou Donzela é a Anima pura;


                        

  

     Houve um tempo em que a mulher era exaltada como uma deusa em civilizações extremamente antigas e matriarcais. Gosto de elogiar a sabedoria do Sagrado Feminino, e há muita confusão entre o Sagrado Feminino e Feminismo. Um não tem nada a ver com o outro, pois o primeiro é milenar, estável e místico enquanto o segundo é um conceito instável da modernidade que se reinventa de acordo com os interesses de filósofos, sociólogos e políticos. 

 O Sagrado Feminino é a reverência à deusa que habita em cada mulher, bem como o respeito em relação a tudo o que é feminino. Tudo o que é feminino é sagrado, eis que a mulher é a deusa, a portadora da vida, a grande mãe, a pomba da paz e a rainha da justiça. A mulher é a responsável pelo conceito de Justiça e Conciliação, pois a índole feminina sempre foi naturalmente inclinada à barganha e à diplomacia. A índole masculina sempre foi mais bélica e agressiva... A importância do papel da mulher no mundo sempre foi o de impedir a guerra e o de ensinar o homem a ser mais sensível, consciente e altruísta. A mulher é mais altruísta por natureza. A chave do amor e do altruísmo está nas mãos da mulher. A paz mundial está nas mãos da mulher. 

              


   Não quero com isso dizer que as guerras e o patriarcado são "vilões" da sociedade, pois as guerras tiveram o seu lado bom (por incrível que pareça) no que tange ao avanço da medicina e na compreensão da importância da paz e da defesa de cada nação através do medo de novos conflitos. O trauma da civilização em relação às guerras amadureceu o homem. E o patriarcado fez bem à sociedade em muitos aspectos. O patriarcado tem lá os seus defeitos, mas não é de todo mal... O patriarcado organizou a sociedade em muitos elementos, principalmente no que toca ao direito de família. 

  Hipocrisia seria criticar o patriarcado em seus estudos científicos quando o seu pai está pagando e incentivando os seus estudos. Eu não critico o patriarcado. E eu detesto hipocrisia. Feministas criticando o patriarcado me irritam ferozmente. Elas falam como se toda a culpa dos males da sociedade fosse do patriarcado quando, na realidade, os males sociais são provenientes dos vícios que cada indivíduo carrega em sua alma. Se cada um lapidasse a sua alma ao invés de criticar o "sistema" ou apedrejar o "mundo", o mundo seria bem melhor, pois a sociedade é feita de indivíduos. Se cada gota do oceano se purificasse, o oceano seria mais puro não é mesmo? Há muito tempo deixei de olhar as questões sob o aspecto acadêmico tradicional para olhar nas lentes sábias do autoconhecimento místico. 

                



     Ocorre que, a partir do momento que a mulher se afasta de seu altruísmo, de sua doçura e de sua feminilidade através de um discurso feminista amargo e egoísta, a paz corre sérios riscos. Discursos como "feminilidade é construção social" são perigosos. Este tipo de pensamento ideológico afasta a mulher de sua índole e faz com que a mulher naturalmente mais feminina se sinta culpada por sua essência. O feminismo acaba sendo um "tiro que saiu pela culatra" a partir do momento que ele exalta o arquétipo masculino sem perceber. O feminismo atual quer que a mulher seja mais solar, mais ativa, mais "Yang" e guerreira. 


          




    Não tenho nada contra a mulher ser mais "Yang" e ativa, pois eu mesma tenho um lado Yang forte e não imagino uma vida passiva onde não existisse as minhas atividades ou onde eu não pudesse expressar a minha poesia e a minha voz. Confesso que a personagem da poesia não se limita a ficar chorando pelo seu amado guerreiro, pois ela também tem um lado Yang. Ela até luta à cavalo e com espadas! Hehehehe. Não quero propagar o mito da donzela indefesa. A mulher é forte! Muito forte! Muito mais forte espiritualmente do que o homem apesar da fragilidade biológica evidente. Nós temos um lado donzela (admito) e um lado muito guerreira! É preciso um equilíbrio entre o lado combativo e o lado sensível da mulher.


            


  

      Sempre defenderei a liberdade de expressão e o direito da mulher à voz e ao respeito. Mulheres são tão dignas e inteligentes quanto os homens. Não obstante, não podemos esquecer do nosso lado "Yin", pois o nosso lado lunar, passivo, feminino e sublime também existe. A lua e o lado "Yin" são apedrejados por todos os lados: tanto pelos machistas quanto pelas próprias feministas. 


               


  
       Estamos em uma sociedade cada vez mais solar, onde a mulher é quase sempre obrigada a tomar atitudes Yang. Isto é perigoso, pois acaba "mutilando" uma parte importantíssima da essência de cada mulher: a parte lunar. E o que é a parte lunar da nossa essência? Essa parte é composta por elementos viscerais: A nossa criatividade, os nossos desejos, os nossos instintos, a nossa maternidade, o nosso anseio de cuidar e a nossa vontade secreta de amar. A essência da feminilidade é o Amor. Eu sou o Amor que habita em mim. 


    Devemos ver o ser humano como um ser amplo, multifacetado e complexo. Não podemos ver o ser humano através de rótulos acadêmicos. A maior contradição é perceber que aqueles que lutam contra os rótulos e contra os preconceitos acabam criando novos rótulos e novos preconceitos.

     Geralmente, as feministas possuem uma soberba que é própria da insegurança ou da secreta e inadmissível carência. Muitas se acham "intelectualmente superiores" às mulheres que não seguem suas filosofias. Isto é um tremendo preconceito intelectual e até filosófico. Mulheres que optam pela vida de dona de casa são logo apedrejadas por essa gente que se acha a "portadora" da revolução social. 



  

    Eu conheço donas de casa muito mais sábias, dinâmicas, ousadas e revolucionárias do que muitas intelectuais de Academia por aí. Minha bisavó e madrinha, Dona Quitéria, é um exemplo típico do poder da mulher. Dona de casa e mãe de sete filhas, fugiu à cavalo para se casar com o homem que amava. Ela sustentava o seu lar através do seu trabalho de costureira. Defendia o direito das mulheres e combatia ferozmente o preconceito contra nordestinos. Por ser nordestina e morar no interior de São Paulo, certa vez brigou com um homem que falava mal de nordestinos e quase bateu nele com um guarda-chuva.  

 Não acho que a culpa da guerra hoje seja culpa do homem. Mas culpa da mulher que se afastou da índole pacífica. Ao invés de suavizar o homem e pregar a paz, a mulher de hoje está adquirindo todos os vícios masculinos como o egoísmo e o instinto bélico. Depois não adianta culpar as armas ou a militarização. A culpa da guerra sempre foi da nossa essência cheia de vícios. Toda grande guerra social é fruto das pequenas guerras mentais e pessoais nossas de cada dia.

         




     Os militares não são vilões. Eles são os nossos heróis. Eles são os únicos que dariam a própria vida para a paz da nação. Eles não querem guerra, mas a Paz. Pela paz, eles mergulham no mundo da guerra. Do mesmo modo, o médico estuda a doença para saber da cura e da saúde. Ei, você aí que critica os militares, seria capaz de dar a sua própria vida por uma nação? Tenho certeza que não. É muito mais fácil ser um intelectual sabichão do que um guerreiro, não é mesmo? Detesto o discurso antimilitarista pseudointelectual que prega a sociedade da Alice no País das Maravilhas. 

Os militares são essenciais na defesa de uma sociedade. Ou vocês acham que um país é a casa da Mãe Joana? As Forças Armadas são, para um país, o que os glóbulos brancos são para o corpo humano: a imunidade. Imagine o seu corpo sem imunidade. Agora imagine um país sem defesa. A nação seria fraca, indefesa, insegura e miserável. Eu já escrevi um texto defendendo a existência das Forças Armadas, leia no link:

http://tatycasarino.blogspot.com.br/2012/06/verdadeira-paz.html > A Verdadeira Paz


           


     
 Não adianta culpar as armas. Não são as armas que matam, mas os seres humanos. É preciso educar o caráter do ser humano. Retirar do ser humano a possibilidade de se defender não vai tornar sua essência mais pacífica, mas mais medrosa e ainda mais furiosa. As feministas, geralmente, pregam um discurso contra as armas, contra o capitalismo e até mesmo contra o sexo (pasmem!). Há feministas radicais que afirmam que o sexo é uma forma de submissão da mulher. Que absurdo! E eu que pensava que o feminismo defendia a libertação sexual da mulher e o direito de expressão...

  Como diz o filósofo Pondé, a partir do momento que o feminismo deixa a sua função social de pleitear por direitos e passa a querer interferir no psiquismo dos jogos sexuais e da atração, há um grande equívoco na filosofia feminista. Hoje uma mulher não pode querer ser sexy, pois isso é fomentar a síndrome de mulher objeto. Hoje quando um homem elogia a nossa beleza, ele é logo apedrejado. Ser chamada de bela ou sexy não é nada mal. 


                           

  


      Que absurdo todo esse papo hipócrita do feminismo radical! Que sociedade sem graça a gente está formando! Inúmeras meninas sendo oprimidas, violentadas e fisicamente apedrejadas no Oriente e as feministas do Ocidente continuam preocupadas com a moda, a depilação e os padrões de beleza da mídia. Os padrões de beleza da mídia incomodam você? Faça o seguinte: desligue a televisão, não assine mais revistas e deixe de seguir famosas ou ícones da moda nas redes sociais. É simples! Eu há muito tempo não acompanho famosas, não leio revistas de fofoca nem vejo as novelas globais. 

  Nunca tive curiosidade em conhecer personagens da moda. Eu criei o meu próprio estilo e sou feliz com o meu próprio jeito de ser. Procure uma psicóloga ou mergulhe de cabeça no mundo do autoconhecimento espiritual. Descubra a deusa que existe em você, poque cada mulher é bela do seu jeito. Ultimamente, ao invés de atacar os preconceituosos, eu elevo a autoestima de todas as pessoas que passam pela minha vida ou que sofrem preconceito. Quem respeita a si mesma acaba por ganhar o respeito alheio. Querer mudar a cabeça de toda uma sociedade é impossível. 



              



  Querer reformas psíquicas coletivas definitivamente é loucura! Como diz Jung, a sociedade já tem o seu próprio inconsciente coletivo. Anima e Animus já são concebidos socialmente. Mude a sua cabeça antes de querer mudar a cabeça do mundo: uma lição que eu demorei para aprender, mas aprendi muito bem. O autoconhecimento é um caminho sábio e libertador!

  Diante disso, se querem uma sociedade sem sexo, sem armas e sem o livre mercado capitalista, a Terceira Guerra Mundial pode chegar. O "pacifismo" ou "pseudopacifismo" de grupos feministas e intelectuais estimula a guerra sem perceber. Eu explico: Um homem sem armas é um homem estressado. Um homem sem dinheiro é um homem muito estressado. Um homem sem sexo é um homem mais estressado ainda (hehehehe). Onde querem chegar com isso?


  



      Quanto mais você reprime um instinto mais ele cresce consideravelmente. A lua mutilada torna-se a deusa do mal: Lilith, a lua negra. Nós estamos caminhando para uma sociedade obscura. Será tarde demais quando a caixa de Pandora estourar. Os nossos monstros são grandes, muito grandes. O nosso lado Yin mal resolvido grita dentro de nós. Se nós queremos realmente a paz, devemos pensar com verdade e transparência sobre a importância da feminilidade, da doçura e da resignação (aspectos provenientes da passividade Yin). Só a mulher é capaz de dissolver o ego do homem na luz do amor. Só a mulher é capaz de transcender a alma do homem para o aspecto espiritual sublime. Mas, o feminismo radical está afastando a mulher de sua essência e trazendo um ego masculino e bélico para todos nós. Até que ponto isto é saudável? Seria a feminilidade uma construção social? Ou seria a feminilidade a essência mais fundamental da paz mundial?






   O nosso papel enquanto mulheres é sermos iguais aos homens? Será que a nossa libertação precisa passar por um processo de "masculinização"? Ou será que o nosso papel como mulher é ser a sacerdotisa do templo, aquela que ensina a Lei do Amor para todos os homens em prol da paz na Terra? Que a luz da Deusa e a Sabedoria da Sacerdotisa estejam com você hoje e sempre. 

                     


  Esse simples poema romântico ao demonstrar uma mulher tentando seduzir um homem para que ele desistisse de ir para a guerra pode ser bastante simbólico e importante. Seria a sedução sempre uma arma negativa que fomenta o rótulo "mulher objeto"? Ou seria a sedução uma arma necessária muitas vezes e um aspecto intrínseco da personalidade da mulher? Uma sedução em prol da paz seria uma bela sedução!





Viva a lua! Viva o Sagrado Feminino! Viva o lado Yin!

Você não é obrigado, leitor, a concordar comigo. Apenas quero ser uma voz diferente no meio de tanta gente que pensa de forma igual e mecanizada. Expanda a sua mente, raciocine diferente e pense de outras maneiras. Respeite o pensamento diferente. Ler textos diferentes somente fará o bem para a sua mente. Isto fará com que você cresça intelectualmente. ;)

 Quanto mais gritamos menos somos ouvidas. Não é gritando com os peitos de fora em passeatas histéricas que conseguiremos ter a nossa voz ouvida. Isto só fomenta ainda mais a raiva e o preconceito. Quando alguém grita, o outro naturalmente cobre os ouvidos com as mãos. Mas, quando alguém tem uma voz suave, diplomática, sedutora e persuasiva, o ouvinte fica até hipnotizado. Pense nisso. ;) A força é sempre suave.

              


  Gosto de pensar no Arcano "A Força" do Tarot. Uma mulher delicada, doce e feminina segurando fortemente a boca de um leão. Com quem está a força? Com a mulher ou com o Leão? Com a mulher. É um paradoxo perceber que a suavidade da mulher vence o instinto extremamente feroz do Leão. Esta carta simboliza a luz do amor e da consciência dominando os nossos instintos mais viscerais e obscuros (observe que a boca do leão está na altura do baixo ventre da mulher simbolizando instinto). Precisamos ensinar os homens a driblar o instinto. 

  Precisamos ajudar os homens a vencer o instinto bélico através do amor e da consciência. Os homens não precisam ser apedrejados com discursos amargos, egocêntricos e vingativos. Os homens precisam ser amados e ter os seus espíritos elucidados se realmente queremos a PAZ. A nossa missão feminina é equilibrar o universo com a nossa essência amorosa e pacífica.  


          

*Gravura da Fera sendo transformada em príncipe


  

  Como dizia Jesus Cristo, o ser humano precisa ser nova criatura para alcançar a Salvação. Essa purificação do ser humano passa pela redenção da doçura da mulher. Gosto de pensar na alegoria da Bela e a Fera. Bela transmutou a Fera em Homem Civilizado. O papel da mulher é ensinar o homem a trocar a guerra pela barganha e a trocar a vingança pela Justiça. Ocorre que as ideologias "intelectuais" de hoje estão transformando homens em feras... Somente através da doçura da mulher e do equilíbrio da feminilidade, o ego feroz do homem pode se dissolver em um espírito lúcido e civilizado. 

Texto escrito por Tatyana Casarino.

Dicas de Leitura:

*A Verdadeira Paz

http://tatycasarino.blogspot.com.br/2012/06/verdadeira-paz.html

*Lilith e o Vazio Existencial

http://tatycasarino.blogspot.com.br/2013/12/lilith-e-o-vazio-existencial.html



*Dicas de Livros:





1) Diálogos entre Einstein e Freud. Por que a Guerra?

*Li esses diálogos na minha Faculdade de Direito e amei! Na época, a professora de Direito Internacional Público montou um belo debate a respeito desse livro. Aprendi muito. ;) Explica muito bem sobre as tensões de Eros (impulso sexual e de vida) e Tânatos (impulso de guerra e morte) presentes no ser humano. 

http://library.fes.de/pdf-files/bueros/brasilien/05620.pdf




2) Mulher: A Essência que o Mundo Precisa de Bruno J. Gimenes

*Livro de temática espiritualista que fala sobre a importância da mulher no mundo.


Confiram alguns trechos desse livro:


"A leveza que o amor traz é o antídoto para o sofrimento que corrói a alma. As virtudes divinas são todas germinadas no solo fértil da consciência de ser um instrumento de Deus para a verdade maior do universo, a evolução do amor."


"Houve um tempo em que nenhuma mulher precisou buscar seu espaço, jamais precisou provar sua força ou batalhar incessantemente por "um lugar ao sol". Em toda a história da humanidade, a energia das mentes femininas teve um papel aconselhador, conciliador e ponderador."


"A mulher jamais será igual ao homem! Porque será sempre mulher, e essa é sua louvável natureza: produzir a energia equilibradora e mantenedora do mundo."


"A energia da mulher é o fluido de equilíbrio que o mundo precisa. Percebam que estamos entrando em uma Nova Era, que se caracteriza principalmente pela abundância da energia feminina que significa, em sua essência, que todos estão sendo banhados por uma frequência apaziguadora de consciência amorosa."


"Cintilante como o sol do novo dia, nasce, do sorriso da mulher, a alegria que ilumina o ambiente."






3) O Tarô e a Viagem do Herói de Hajo Banzhaf

  https://pt.scribd.com/doc/267024293/Taro-e-a-Viagem-Do-Heroi-Hajo-Banzhaf

Li através do Scribd (site/aplicativo de livros) no início deste ano e pretendo reler agora no final do ano hehehe. Amei! Me arrepiava a cada página! Um mergulho nas profundezas do ser. Através do ensinamento dos símbolos e dos arquétipos, este livro propicia excelentes ferramentas para lapidar a alma na nossa jornada de Evolução Espiritual. Este livro ensina a equilibrar o lado Yin e o lado Yang, o lado feminino e o lado masculino, o lado noturno e o lado diurno do nosso ser. Este livro ensina que o Bobo pode ser um herói quando aprende a ser sábio. E a sabedoria passa pela sacerdotisa...

Tatyana Casarino






















2 comentários:

  1. "Um verdadeiro soldado não luta porque odeia o que está à sua frente, e sim porque ama o que está atrás dele".

    Poderíamos passar dias, até semanas discutindo as razões das guerras e conflitos, mas ao menos o ser humano, por incrível que pareça, conseguiu tornar até mesmo essa situação extrema em algo razoavelmente "civilizado": temos códigos e leis a serem observados em tempos de guerra (herança direta dos códigos de cavalaria), entidades neutras que atuam em áreas de conflitos, tais como a Cruz Vermelha, e até mesmo se busca impedir a proliferação de armamentos especialmente destrutivos ao redor do globo.

    A guerra pode nunca mudar, porém suas ferramentas mudam com frequência. Nem que seja para fazer sua conclusão longe dos campos de batalha.

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    1. Olá, Mateus! Obrigada por visitar o Blogue e por comentar aqui. Sempre aprendo muito com os leitores. Seu comentário foi bem sábio. Abraços!

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