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domingo, 4 de setembro de 2016

Ah! Este velho medo!



Barquinhos de papel num lago,
um lago formado de chuva,
carregava a mensagem de um mago
com a profecia das nossas lutas.

O parque está frio demais hoje,
pois me esqueci de abandonar o medo.
Gostaria da presença de minha mãe
para curar este amargo sentimento.

É verdade que a vida é muito curta,
mas eu gosto de nossas aventuras.
O heroísmo está no brilho dos teus olhos
quando enfrentas de novo os teus remorsos.

Nada é mais velho do que este medo,
nada é mais insano do que o risco.
Posso cicatrizar tudo com um beijo
ou morrer junto com o infinito.

Ah! Como são doces as fadas
que cantam ternuras em canções.
Elas pintam a lua de prata
e batem asas perto dos corações.

Ah! Este velho medo! Ah! Este velho medo!
Ele vai e vem, o medo nunca é sepultado.
Ele é como um cavalo negro alado
que tortura a alma para ofuscar o bem.

Poesia escrita por Taty Casarino.

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